Águas correm um rio dentro de mim
poros em liberta respiração
bronzeiam-se pelas frestras de sol
entre as folhas dançantes
o corpo como o canto de todos os amores
o corpo
como o tapete do nosso desejo
de estar em paz
pedras amórficas em estátuas equilibristas
água que lapida a pele urbanística
o rapé que nos translucida
somos as serpentes pacientes
em processo de cura empírica
Sou a própria viagem e por isso não posso parar de voar. Sinto no coração os efeitos do meu vício aceleram meu pulsar e eu não paro de sonhar.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Noites de Cabíria
Quais os astros que dançam em sua melancolia
retilínea e desvairada
que atinge os pontos cardeais de minha alma?
O mapa estelar dos viajantes
segue o ritmo circular das marés
mas no firmamento do brilho eterno
sinto a resistência da âncora pendulante
medita na infinitude deste oceano que respira
e vive.
Bússolas oculares descobrem o pergaminho do universo
Constelações morrendo nos levam para um destino:
O lugar que não se sabe onde é.
O lirismo do perdido é amar o caminho
em terra firme à vista
deslumbra-se com a sabedoria da vida
e não se sente tão sozinho.
Amo a preciosidade deste momento
desvelada estou pela linha dos seus pensamentos
sua voz harmoniza a direção que devo tomar.
O tesouro escondido em suas retinas
não acertei, mas escrevi a poesia.
retilínea e desvairada
que atinge os pontos cardeais de minha alma?
O mapa estelar dos viajantes
segue o ritmo circular das marés
mas no firmamento do brilho eterno
sinto a resistência da âncora pendulante
medita na infinitude deste oceano que respira
e vive.
Bússolas oculares descobrem o pergaminho do universo
Constelações morrendo nos levam para um destino:
O lugar que não se sabe onde é.
O lirismo do perdido é amar o caminho
em terra firme à vista
deslumbra-se com a sabedoria da vida
e não se sente tão sozinho.
Amo a preciosidade deste momento
desvelada estou pela linha dos seus pensamentos
sua voz harmoniza a direção que devo tomar.
O tesouro escondido em suas retinas
não acertei, mas escrevi a poesia.
sábado, 6 de junho de 2015
" Aquela chuva foi mesmo intensa
justamente porque não foi impactante
era esparada pelo canto dos trovões
que tremiam a pele da terra
O inferno prende-se em suas próprias
algemas
nesta madrugada de geada e solidão
alguém do outro lado sente frio
nos sentimos incapazes de sentir
e nos afogamos em nossas doses altas
de alegria e saudade perdida
daquela chuva que não chovia mais.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Esboço de uma nova mesma era II
A massa da arte que transbordou da forma:
rebarba assada da sociedade congelada
num tempo de contagem regressiva.
Remodela nas ruas as emoções esquecidas
em cores de música desafinada
um grito libertário!
exala da multidão a poesia contida
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Esboço de uma nova mesma era
De tanto viver na estratosfera do tempo do relógio
aguardando esbarrar um poeta dos tempos de outrora
escolho me inflar no vapor do lirismo
que busca no abismo do céu as estrelas mortas
e digiro estes trangênicos maquiados de orgânicos
e sou a indigestão dessa falta de saúde católica
Assinar:
Postagens (Atom)

